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IBS: o novo tributo estadual e municipal que muda a lógica do ICMS e ISS

  • Foto do escritor: Laís Cunha Vieira de Vasconcellos Dias
    Laís Cunha Vieira de Vasconcellos Dias
  • 8 de ago.
  • 2 min de leitura

A reforma tributária de 2026 trouxe uma das mudanças mais aguardadas no sistema tributário: o fim do ICMS (estadual) e do ISS (municipal). Ambos foram substituídos por um único tributo: o IBS – Imposto sobre Bens e Serviços porque davam margem a regras diferentes em cada estado e município, gerando insegurança jurídica e alta complexidade operacional


Mais do que uma mudança de sigla, o IBS representa uma nova lógica de tributação. Com o IBS, a proposta é estabelecer um modelo nacional único, com base ampla e cobrança no destino da operação (ou seja, onde o consumidor final está localizado).


Neste artigo, você vai entender como ele funciona e por que sua empresa precisa repensar o planejamento tributário regional.


📌 Características principais do IBS

  • Cobrança no destino, não mais na origem da operação;

  • Gestão compartilhada entre estados e municípios, via comitê gestor;

  • Base ampla e não cumulativa, com possibilidade de créditos;

  • Alíquota única nacional + parte variável por ente federativo.


💡 Exemplo prático

Antes da reforma, uma empresa de Minas Gerais que vendia para São Paulo recolhia ICMS para Minas. Agora, com o IBS, essa mesma empresa recolherá o imposto para São Paulo, onde está o cliente final.


Isso muda totalmente o planejamento:

  • O local de destino passa a ser mais relevante do que o local da sede;

  • Benefícios fiscais estaduais e municipais perdem força;

  • A precificação e o cálculo do custo logístico precisam ser reavaliados.


⚠️ E o que muda na prática?

Para as empresas, o IBS traz novos desafios operacionais:

  • Atualização dos sistemas de faturamento com as novas regras;

  • Revisão da estratégia de logística tributária;

  • Mais atenção ao local de consumo (cliente final) para correta apuração do imposto;

  • Maior responsabilidade com compliance fiscal em âmbito nacional.


✅ Conclusão

Com o IBS, as empresas devem se adaptar a um modelo mais estável e previsível — mas que exige cuidado com transações interestaduais e regras de local de destino.


A seguir, vamos falar sobre o Imposto Seletivo — um tributo novo, com função extrafiscal, que impacta diretamente setores específicos e o bolso do consumidor.


Se a sua empresa atua em mais de um estado ou presta serviços em diferentes cidades, entender o IBS é essencial para evitar riscos e aproveitar oportunidades. Conte comigo para orientar sua equipe.


 
 
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