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Reforma Tributária: o que muda para as empresas em 2026

  • Foto do escritor: Laís Cunha Vieira de Vasconcellos Dias
    Laís Cunha Vieira de Vasconcellos Dias
  • 31 de jul.
  • 2 min de leitura

Nos últimos anos, muito se falou sobre a necessidade de simplificar o sistema tributário brasileiro. Agora, com a aprovação da Reforma Tributária, essa mudança finalmente começou a sair do papel.


Mas entre siglas novas, promessas de modernização e debates técnicos, surge a dúvida mais importante para quem empreende: Na prática, o que essa reforma muda para a minha empresa?”


Se você é empresário ou gestor, este artigo é para você. Aqui, eu explico de forma objetiva o que muda, o que permanece — e por que se antecipar pode ser decisivo para proteger o seu caixa nos próximos anos.


📌 Menos siglas, mais integração — pelo menos na teoria

A proposta central da reforma é acabar com cinco tributos sobre o consumo:

PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS


Esses impostos serão substituídos por dois novos:

  • CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) — de competência federal

  • IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) — sob gestão de estados e municípios


Além disso, foi criado o Imposto Seletivo, que vai incidir sobre produtos que causam prejuízos à saúde ou ao meio ambiente (como cigarros e bebidas alcoólicas).


Na teoria, a promessa é de simplificação e maior transparência. Mas na prática, esse processo envolverá um período de transição complexo — e que exige atenção desde já.


📍 Regime atual x novo modelo: o que muda na sua empresa?

Cada empresa será impactada de forma diferente, mas alguns pontos merecem atenção geral:

  • Fim da guerra fiscal: os estados perdem autonomia para conceder benefícios isolados.

  • Mudança na tributação por destino: o imposto será cobrado no local do consumo, não da produção.

  • Unificação de regras: o ICMS e o ISS, que variavam de lugar para lugar, agora seguem uma lógica nacional.

  • Aumento da alíquota efetiva: a estimativa é de uma alíquota padrão em torno de 25%, o que pode afetar a carga tributária em determinados setores.


Empresas do setor de serviços e comércio devem revisar urgentemente sua precificação, estrutura contratual e modelo de operação.


⏳ O cronômetro já começou: entenda a transição

Apesar de as mudanças entrarem em vigor de forma definitiva só em 2033, a transição começa já em 2026. E isso importa muito.


A Reforma Tributária promete um sistema mais moderno e equilibrado. Mas, até lá, o cenário será de adaptação, aprendizado e necessidade de planejamento.


✏️ Conclusão: simplificação com prazo — e com desafios


Empresas que se preparam agora terão muito mais chances de atravessar essa transição com segurança. E mais: estarão melhor posicionadas para se beneficiar do novo sistema quando ele entrar em vigor.


Se você ainda não começou esse planejamento, este é o momento ideal para buscar orientação especializada — e transformar a Reforma em uma oportunidade, e não em um problema.

 
 
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