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Planejamento tributário em 2026: o que muda com a reforma e como se preparar - parte 1

  • Foto do escritor: Laís Cunha Vieira de Vasconcellos Dias
    Laís Cunha Vieira de Vasconcellos Dias
  • 2 de set.
  • 2 min de leitura

O planejamento tributário empresarial vai precisar passar por uma transformação profunda com a reforma tributária. As antigas estratégias baseadas em cumulatividade, localização da operação ou benefícios fiscais estaduais agora precisam ser revistas.


🔁 O que muda com a reforma?

Antes, empresas buscavam estratégias como:

  • Escolha do regime de PIS/COFINS (cumulativo ou não);

  • Operações interestaduais com menor carga de ICMS;

  • Instalação da empresa em municípios com alíquotas de ISS mais baixas;

  • Aproveitamento de incentivos regionais.


Agora, com a chegada do IVA Dual (CBS + IBS), essas bases mudaram:

  • A cobrança será no destino — ou seja, onde está o consumidor final;

  • Créditos tributários serão mais amplos, mas exigem documentação rigorosa;

  • Alíquotas serão uniformizadas, o que reduz a guerra fiscal;

  • Benefícios regionais serão substituídos por fundos compensatórios.


📌 Como o planejamento deve se adaptar?

Empresas que buscam eficiência tributária precisam atualizar sua abordagem.


Veja os novos pontos de atenção:

  1. Localização do cliente (e não da empresa)

    • O imposto será devido ao destino da operação;

    • Isso muda o cálculo logístico e o custo final.

  2. Gestão de créditos tributários

    • Será essencial documentar insumos, energia, serviços e até aluguéis;

    • Sem organização, o crédito pode ser perdido.

  3. Contratos comerciais

    • Cláusulas sobre repasse tributário precisam ser revistas;

    • Alíquotas antigas (PIS/COFINS/ICMS) deixarão de fazer sentido.

  4. Avaliação do regime tributário

    • A lógica do Simples Nacional, Lucro Presumido e Real também será afetada;

    • Cada caso exigirá simulações para comparar custos e riscos.


💡 Exemplo prático

Uma empresa do setor de tecnologia, antes sediada em município com ISS de 2%, agora precisa considerar que o IBS será recolhido onde está o cliente. Se a maior parte da carteira está em capitais com alíquotas mais altas, o custo tributário vai subir — e isso exige revisão do modelo de precificação e até de estrutura societária.


✅ Conclusão

Planejar bem os tributos nunca foi tão importante. A reforma tributária unificou e simplificou, mas também mudou as regras do jogo. Empresas que atualizarem seus processos, contratos e análises sairão na frente em 2026.


Se quiser saber como revisar o planejamento da sua empresa, fale com uma advogada tributarista com visão prática e atualizada.

 
 
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